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OPERAÇÃO DA PF DERRUBA MINISTRO DO TRABALHO

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Se a quinta-feira amanheceu tranquila em Brasília, durou pouco. No fim do dia, por ordem do Supremo, o ministro do Trabalho havia sido afastado, a Polícia Federal havia encontrado R$ 95 mil em dinheiro na casa de um deputado, o ministro da Secretaria de Governo estava envolvido e o delator do Mensalão, Roberto Jefferson, voltava ao centro dum novo escândalo de corrupção. Um dia típico no Planalto Central.

Afastado do cargo pelo ministro Edson Fachin, o agora ex-ministro Helton Yomura se demitiu no fim do dia. De acordo com a Polícia Federal, ele agia como testa de ferro de Jefferson e sua filha, a deputada Cristiane Brasil. São acusados de montar uma operação pela qual concediam registros sindicais novos em troca de propina. Foi numa operação de busca e apreensão na casa do deputado paulista Nelson Marquezelli que se encontrou o dinheiro vivo. Na sede da PF, Yomura se calou. Seu chefe de gabinete, porém, falou — e afirmou que o processo de novos registros sindicais era acompanhadopelo ministro Carlos Marun, que trabalha na antessala de Temer. Eliseu Padilha ocupará interinamente a pasta do Trabalho. (Globo)

E… O Ministério Público investiga possível influência de Cristiane Brasil no Ministério da Cultura. (Estadão)

 

Fonte: Meio

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LAVA JATO CHEGA AO COMANDO DE MULTINACIONAIS

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A Lava Jato prendeu, ontem, um de seus executivos mais graduados. É Daurio Speranzini Jr, CEO da General Electric Healthcare para a América Latina. A GE não é investigada. Os crimes dos quais é suspeito ocorreram quando estava no comando da área de serviços médicos da Philips no país. Preso no Rio, Speranzini é acusado de atuar em fraudes para a licitação de equipamentos para o Instituto Nacional de Traumatologia.

Segundo o Ministério Público, um cartel de fornecedores internacionais cobrou sobrepreço para pagamento de propina entre 1996 e 2017. No comando da operação estava o empresário Miguel Iskin, distribuidor de grande porte de material médico-hospitalar, que atuava em conjunto com Sergio Côrtes, que dirigiu o Into e foi secretário de Saúde no governo Sérgio Cabral. A avaliação do MP é de que o esquema, no período, movimentou R$ 1,5 bilhão. (Globo)

Ao todo, Speranzini e outros sete foram presos temporariamente enquanto Iskin mais onze tiveram prisões preventivas — que devem durar mais. Côrtes, que havia sido preso no ano passado, está solto desde fevereiro por ordens de Gilmar Mendes.

 

Fonte: Meio

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ACUADO, GOVERNO BATE CABEÇA SOBRE FRETES

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A bruxa voou. No final da tarde de ontem, a Agência Nacional dos Transportes Terrestres publicou uma nova tabela mínima do frete, com validade imediata. Reduzia, em média, uns 20% do preço médio da tabela anterior. Os números refletiam o alarme de empresários dos setores agrícola e industrial, que falavam de grandes aumentos de preço para o consumidor final caso não houvesse alguma correção. O ministro dos Transportes, Valter Casimiro, chegou a afirmar que ela havia sido apresentada e aprovada tanto pelas empresas de transporte de setores como o agronegócio como pelos representantes de caminhoneiros autônomos. A decisão de rever os números não durou. Os caminhoneiros se revoltaram. E assim, já tarde da noite, foi revogada a nova tabela de umas horas antes.

Aliás… Casimiro viu-se obrigado a permitir o registro em vídeo de seu anúncio: acuado perante os caminhoneiros numa mesa de reunião, explicou que estava revogando sua decisão, para que o arquivo pudesse ser distribuído por WhatsApp pela classe. Josias de Souza tem o flagrante.

Não tinha como ser diferente: a quinta foi estressante para o mercado financeiro. A cotação do dólar fechou ontem a R$ 3,91 — no pior momento, chegou a R$ 3,96. E a Bolsa, que fechou em queda de 2,93%, aos 73.85 pontos, chegou a recuar 6,5%. Pressionado, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, convocou uma entrevista para dizer que vai oferecer mais US$ 20 bilhões ao mercado até o final da semana que vem para tentar conter a volatilidade do dólar, e que, se necessário, pode até recorrer às reservas cambiais. Mas aumentar a taxa básica de juros, a Selic, é hipótese descartada. (Estadão)

José Paulo Kupfer: “É confortável, na teoria, a situação das contas externas brasileiras. Além do colchão de US$ 380 bilhões em divisas externas — o equivalente a cerca de 20% do PIB, quando o próprio FMI considera mais do que suficiente algo como 12% a 15% do PIB —, a situação da balança em transações correntes se mostra tranquila, com um déficit abaixo de 1% do PIB, coberto com sobras pelo ingresso de investimentos externos diretos. O problema é que nenhum colchão de liquidez, vacina antiespeculação ou seguro contra incêndios cambiais consegue ser efetivo diante de uma reação que, na verdade, pouco tem a ver com os fundamentos da economia. A crise atual se alimenta principalmente de componentes políticos. Temores de que as urnas presidenciais de outubro sufraguem um candidato ‘populista’, combinados com a fragilidade do governo, cruamente exposta pela incapacidade de conter a desorganização produtiva deflagrada pela greve do setor de carga rodoviária, é que estão de fato por trás das turbulências dos dias recentes nos mercados de ativos. Daí ser possível especular pelo menos duas hipóteses. Uma, que a corrida contra o real, embora com momentos de calmaria no meio do caminho, não dará tréguas até o desfecho da eleição — já há apostas em um dólar a R$ 4,50 até lá. Outra é que, vencendo um ‘reformista’, em pouco tempo as cotações da moeda americana recuariam — há quem estime R$ 3,50 ou até menos.” (Globo)

Fernando Henrique: “Uma crise moral combinada com estagnação econômica forma uma mistura mortal para qualquer sociedade. A classe política perdeu sua credibilidade e legitimidade. Não houve uma revolução no Brasil, mas assistimos às condições revolucionárias nas quais vingadores se preparam para cortar as cabeças da elite enquanto são celebrados pela população. Se a história serve de guia, o jogo termina com um líder carismático, salvador da pátria ou homem de punho forte, que chega para encerrar a anarquia. A esquerda, sem seu líder natural, se sente insegura. A direita pede restauração da ordem a qualquer custo. O restante está fragmentado, incapaz de se reagrupar num centro político — um amalgama de uns com uma visão arcaica, outros liberais e uns terceiros com valores socialdemocratas que valorizam as instituições da democracia e reconhecem que a desigualdade é a maior ameaça. Nossa sociedade, como outras, está dividida pelos avanços da modernidade: ascensão social, a era da informação e o surgimento de uma política de gênero e de raça. Juntas, as três quebraram a coesão das antigas divisões de classe, assim como dos partidos e ideologias que as representavam.” (Washington Post)

Fonte: Canal Meio

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AÇÕES PARA SANTA RITA DE CÁSSIA

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A exemplo de anos anteriores, o deputado Antonio Henrique Júnior (PP) marcou presença em Santa Rita de Cássia, nas comemorações da padroeira da cidade. Em companhia do prefeito Romualdo Setúbal, da primeira-dama dona Alzira, do secretário estadual de planejamento, Antonio Henrique, do deputado federal Cacá Leão e do vice-governador João Leão, Antonio Henrique Júnior participou da missa em louvor à Santa das Virtudes Infinitas, celebrada por Dom Josafá Menezes,

Após o ato religioso, o deputado falou a respeito de suas ações em benefício do município: “Através de Emenda Parlamentar Impositiva empenhei recursos para obra de pavimentação da Rua Novo Acordo e Travessas A e B. Em parceria com o senador Roberto Muniz disponibilizamos recursos para aquisição de kit de saúde bucal que será distribuído pela secretaria de saúde do município. Já com o deputado federal Cacá Leão, alocamos recurso financeiro (creditado no dia 11 de maio) para aquisição de uma ambulância”.

Assessoria de Comunicação 

Deputado Estadual Antonio Henrique Júnior (PP)

(71) 3115-7209
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DEPUTADOS ENTREGAM EQUIPAMENTO PARA CURSOS DA UNEB

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Na tarde desta sexta-feira (11), os estudantes do Campus IX da Uneb receberam um trator com implementos agrícolas que será utilizado como equipamento pedagógico nos cursos de agricultura e veterinária. O atendimento desta demanda foi articulado pelo deputado estadual Antonio Henrique Júnior, que encaminhou o pedido feito pelo professor Joaquim Neto (diretor da Uneb/Barreiras) ao deputado federal Cacá Leão, autor da Emenda Parlamentar que destinou o recurso financeiro para aquisição do equipamento. “Eu e Cacá Leão trabalhamos em parceria para atender a população do oeste baiano. Também vamos unir forças para conseguir os recursos necessários à construção do hospital veterinário da Uneb/Barreiras” ;, revelou o progressista Antonio Henrique Júnior.

Assessoria de Comunicação 

Deputado Estadual Antonio Henrique Júnior (PP)

(71) 3115-7209

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DEPUTADO PARTICIPA DA ENTREGA DO PLDO À ASSEMBLEIA

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DEPUTADO PARTICIPA DA ENTREGA DO PLDO À ASSEMBLEIA

A previsão das receitas do Estado da Bahia para o ano de 2019 é da ordem de R$ 46,1 bilhões, superior em 3,4% ao exercício de 2018. Este é o cenário descrito no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, entregue nesta terça-feira (15) pelo secretário estadual do Planejamento, Antonio Henrique, ao presidente da Assembleia Legislativa, Ângelo Coronel. “Esse projeto define as metas e prioridades da Administração Pública Estadual, para o próximo ano, com alguns ajustes que permitem ao Estado manter a capacidade de prestar serviços eficientes e de qualidade à população”, disse o deputado Antonio Henrique Júnior, presente ao ato protocolar em companhia do vice-presidente da Alba, deputado Luiz Augusto, e do chefe de gabinete da Seplan, Cláudio Peixoto.

Assessoria de Comunicação 

Deputado Estadual Antonio Henrique Júnior (PP)

(71) 3115-7209
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Justiça beneficia Alckmin afastando denúncias

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Já se aproximava do fim da tarde, na sexta-feira, quando o ministro Gilmar Mendes determinou a soltura de Paulo Vieira de Souza, acusado de ser o principal operador do caixa dois tucano em São Paulo. O ex-diretor da Dersa, empresa pública de infraestrutura rodoviária, estava preso desde 6 de abril, a pedido do Ministério Público, que localizou R$ 113 milhões em quatro contas de Paulo Preto, na Suíça. O MP pedira a prisão por conta de Paulo ter ameaçado uma outra ré, quando em liberdade. Para Gilmar, a medida não se justifica — as ameaças teriam ocorrido em 2015 e 16, com o objetivo de impedir o depoimento da mulher. Como ela já havia deposto, porém, a razão se extinguiu, seguiu o raciocínio do ministro. De acordo com Gerson Camarotti, há uma discreta celebraçãona cúpula do PSDB. “Ele podia causar um estrago no partido”, comentou um integrante da Executiva. Embora os mais ameaçados fossem o senador José Serra e o ministro Aloysio Nunes, havia motivos para crer que uma delação de Paulo atingisse também Geraldo Alckmin, que é candidato à presidência. Não escapou a Gilmar. “Aparentemente”, escreveu, “A fundamentação da prisão não revela os reais propósitos da medida. É particularmente preocupante a utilização da prisão preventiva como forma de forçar a confissão ou a colaboração do imputado.”

Bruno Boghossian: “Paulo Preto completara um mês no presídio de Tremembé e passou a dizer a interlocutores que estudava um acordo de delação premiada. Com o avanço de investigações sobre contas encontradas na Suíça, ele ameaçava colaborar com as apurações de desvios em governos do PSDB. Mas a caneta de Gilmar Mendes deu ao engenheiro mais tempo para pensar. Ainda que não haja favorecimento, os tucanos ganharam um desconto na entrada de uma eleição que será difícil para o partido.” (Folha)

Bernardo Mello Franco: “A canetada do supremo ministro é a terceira camada de blindagem aplicada ao presidenciável em 30 dias. No mês passado, a Procuradoria-Geral da República livrou o tucano da Justiça Criminal. Na quarta-feira, o procurador-geral de São Paulo, Gianpaolo Smanio, retirou outro inquérito do gabinete de um subordinado. Estranhamente, alegou que Alckmin teria foro privilegiado, embora ele não seja mais governador.” (Globo)

Em abril, ladrões invadiram uma casa de Paulo Preto em Campos do Jordão. Levaram dois cofres fechados, segundo o boletim de ocorrência, além de R$ 7,3 mil, joias, relógios, três aparelhos de TV e um faqueiro de prata. Segundo o caseiro, os homens ameaçaram matar Paulo dentro da cadeia caso a ocorrência fosse registrada. (Estadão)

Aliás… Segundo a revista digital Crusoé, o Instituto Brasiliense de Direito Público, IDP, recebeu R$ 7 milhões em doações desde 2011, dos quais R$ 3,46 milhões de forma oculta. Um bom naco deste dinheiro, R$ 2,6 milhões, veio da Souza Cruz que patrocinou eventos mas, curiosamente, preferiu não aparecer como patrocinadora. Um dos proprietários do IDP é Gilmar Mendes.

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Joaquim está fora; dentro ficaram os profissionais

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Foi via Twitter e pegou todo mundo de surpresa. “Após várias semanas de reflexão”, escreveu Joaquim Barbosa, “cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a presidente. Decisão estritamente pessoal.” A Lauro Jardim, do Globo, o ex-ministro do Supremo entrou no detalhe. “Meu coração já vinha me dizendo: não mexe com isso, não”, contou. Barbosa explicou que procurou evitar muitos encontros nas últimas semanas para não levantar as expectativas. E preferiu definir logo, temendo que uma nova pesquisa indicasse seu crescimento. “Desistir mais tarde seria complicado em todos os sentidos”, explicou. Ele contou, também, ter alguns temores relativos ao pleito deste ano. O de uma vitória de Jair Bolsonaro, o de que Michel Temer possa articular uma artimanha para se manter no poder ou mesmo de um Golpe Militar. A Maria Cristina Fernandes, do Valor, demonstrou desânimo. “Os políticos criaram um sistema de maneira a beneficiar a eles mesmos. Não tem válvula de escape. O cidadão vai ser constantemente refém, não tem como mudá-lo. Esse sistema contém mecanismos de bloqueio que servem para cercear as escolhas.”

Bernardo Mello Franco: “E por que Barbosa pulou fora? Ele media os custos pessoais de uma aventura eleitoral. Temia perder dinheiro e tranquilidade. O ex-ministro montou escritórios de advocacia no Rio, em São Paulo e em Brasília. Além disso, passou a fazer palestras remuneradas para empresários e investidores. Como pré-candidato, teria que abrir mão dessas fontes de renda. Poderia viver com a aposentadoria do Supremo, mas teria dificuldade para manter a ajuda financeira à família. Barbosa também temia o jogo pesado de uma campanha. Acostumado a elogios, sabia que seria bombardeado pelos adversários ao se lançar na disputa. Lembrava o exemplo de Marina Silva, alvo de marketing agressivo do PT em 2014.” (Globo)

A diretora-executiva do Ibope Inteligência, Márcia Cavallari, avalia que é cedo para dizer quem herda seus votos. “Não dá para saber, a priori, o potencial que de fato Barbosa teria.”

Bruno Boghossian: “A desistência representa um alívio para o grupo de Alckmin. O ex-presidente do STF começava a ocupar um eleitorado-alvo do PSDB: grandes cidades, renda mais alta e educação superior. Os tucanos queriam evitar ou adiar qualquer articulação de uma aliança com o MDB, devido ao desgaste sofrido pelo partido do presidente. A saída deve dar algum fôlego a Alckmin nas pesquisas. Ainda que seu crescimento seja residual, qualquer solavanco pode ser suficiente para que ele se torne um polo de atração de alianças. A desistência também retira das urnas um candidato que absorveria parte de um eleitorado insatisfeito com a classe política tradicional. É natural que Marina Silva seja uma das principais herdeiras desse estoque de votos. À esquerda, a desistência devolve à arena eleitoral o PSB, que tem uma fatia de 45 segundos em cada bloco de propaganda de TV. Uma ala da direção do PSB já declarou apreço pela candidatura de Ciro Gomes e, embora haja uma ligação íntima com o ex-presidente Lula, esse grupo se esforça para reduzir a associação da sigla com o PT.” (Folha)

Vera Magalhães: “Aliados e adversários de Ciro Gomes esperam que o pré-candidato intensifique os acenos ao centro nos próximos dias, depois que ficou (mais) claro que o PT não pretende apoiá-lo. A busca por um vice do meio empresarial e declarações como a que repetiu ontem, de que o setor produtivo não pode ser ‘demonizado’, já estão inseridas nessa nova estratégia.” (Estadão)

Já pela direita… Ao menos 71 militares serão candidatos em 25 estados, informa o Estadão. Assim como, diz a Folha, Bolsonaro pode ganhar concorrente. Filiado ao PRTB de Levy Fidélix, o general da reserva Antonio Hamilton Mourão cogita a presidência.

 

Fonte: Meio

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MUTIRÃO DO PRIMEIRO EMPREGO ATENDE A REGIÃO DE BARREIRAS

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Na próxima terça-feira (8), o mutirão do programa Primeiro Emprego estará no município de Barreiras, no oeste da Bahia. A iniciativa oferece a possibilidade de uma vaga de emprego a jovens e adultos que concluíram os cursos técnicos de nível médio nos anos de 2015, 2016 e 2017, na rede estadual de Educação Profissional e Tecnológica.

O atendimento será realizado das 8h às 14h, no Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Grande, localizado na BR 242, km 01, s/n, no bairro Flamengo, em Barreiras. Também serão atendidos moradores das cidades de Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cassia.
Quem comparecer ao mutirão fará a atualização de dados e será verificada a sua regularidade do banco de dados da Secretaria da Educação do Estado. Caso haja vaga disponível na área em que o candidato se formou, ele será encaminhado pela Secretaria do Trabalho (Setre) para verificação da elegibilidade (se atende à legislação do programa).
Caso seja elegível(eis) para a(s) vaga(s), serão verificadas as notas médias durante todo o curso (ranking), com preferência sempre para aqueles de maior nota, que serão encaminhados para uma possível contratação com carteira de trabalho assinada e todos os direitos garantidos. O contrato tem duração de 24 meses no âmbito do Estado, por maio das fundações.
A remuneração nas instituições privadas é a partir de um salário mínimo; já nas fundações, o contemplado terá, além de salário mínimo, plano de saúde opcional (Planserv), alimentação, vale-transporte e processo formativo vinculado a sua área e ao serviço público.
Documentação 
Para realizar a atualização cadastral e se habilitar a ocupar uma possível vaga, o egresso precisa apresentar os seguintes documentos: carteira de trabalho, carteira de identidade (RG) e CPF. Já para efetivar a contratação, precisará também apresentar a carteira de reservista, título de eleitor, último comprovante de votação, comprovante de residência, currículo atualizado, certificado de conclusão do curso ou diploma ou histórico escolar.
Para os casados, será necessário apresentar ainda a certidão de casamento, certidão de nascimento caso tenha filho, cartão de vacinação (dependente com até 5 anos de idade), comprovante de escolaridade (dependente após seis anos), conta bancária e duas fotos 3×4.
A ação será desenvolvida em conjunto pelas secretarias estaduais da Educação, do Trabalho (Setre), da Administração (Saeb), da Casa Civil e de fundações parceiras, como a Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem) e Fundação Estatal Saúde da Família (Fesf). Mais informações podem ser encontradas no site do programa.
Fonte: Barreiras Notícias / Secom Bahia
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